Combustível caro pressiona passagens aéreas: como empresas podem se planejar melhor
Alta no querosene de aviação reduz oferta de voos no Brasil e reforça
a importância de uma gestão estratégica para viagens corporativas.

O preço das passagens aéreas voltou a ganhar destaque no mercado brasileiro. Segundo matéria publicada pela Panrotas, o avanço no preço do querosene de aviação, também conhecido como QAV, tem pressionado as companhias aéreas, reduzido a oferta de voos e impactado diretamente o valor das tarifas no Brasil. O cenário acende um alerta importante para empresas que dependem de deslocamentos frequentes: viajar sem planejamento pode sair ainda mais caro.
De acordo com a publicação, dados do setor indicam um corte de 93 voos diários no país. A redução da malha aérea afeta diferentes regiões, com quedas mais expressivas em Estados como Acre, Amazonas, Pernambuco, Goiás, Pará, Paraíba e Minas Gerais. Na prática, menos voos disponíveis podem significar menor flexibilidade de horários, maior concorrência por assentos e aumento no custo final das viagens.
Por que o combustível impacta o preço das passagens aéreas?
O combustível é um dos principais custos operacionais das companhias aéreas. Quando o preço do querosene de aviação sobe, as empresas precisam lidar com uma pressão maior sobre suas operações. Ainda segundo a Panrotas, a média semanal do combustível passou de R$ 3,38 por litro no início de janeiro para R$ 6,65 por litro na primeira semana de maio de 2026.
Esse aumento não afeta apenas as companhias aéreas. Ele também chega ao passageiro, especialmente em um cenário no qual a oferta de voos é reduzida e a demanda continua presente. A matéria aponta que, em abril de 2026, a tarifa média ficou 9% acima do valor registrado no mesmo período do ano anterior.
Para o viajante comum, isso representa
passagens mais caras. Para empresas, o impacto pode ser ainda maior, principalmente quando há viagens recorrentes, deslocamentos emergenciais, eventos corporativos, reuniões presenciais, treinamentos, visitas técnicas ou operações em diferentes cidades.
O que muda para as viagens corporativas?
Em períodos de alta nos preços, a compra de passagens aéreas exige ainda mais estratégia. Empresas que deixam as reservas para a última hora tendem a encontrar menos opções, tarifas mais elevadas e maior dificuldade para ajustar horários, rotas e conexões.
Além disso, a redução de voos pode gerar impactos indiretos na rotina corporativa, como aumento do tempo de deslocamento, necessidade de hospedagens extras, mudanças em agendas presenciais e maior complexidade na logística de grupos.
Por isso, a gestão de viagens corporativas deixa de ser apenas uma
questão operacional
e passa a ser uma
ferramenta importante para controle de custos, previsibilidade e eficiência.
Planejamento é essencial para reduzir impactos
Diante de um cenário de passagens aéreas mais pressionadas, o planejamento antecipado se torna um dos principais aliados das empresas. Comprar com antecedência, monitorar tarifas, comparar alternativas, avaliar diferentes aeroportos, organizar aprovações internas e centralizar informações são práticas que ajudam a reduzir gastos e evitar decisões emergenciais.
Outro ponto importante é contar com dados. Relatórios de viagens, histórico de compras, análise de savings e identificação de padrões de consumo permitem que a empresa entenda onde estão os maiores custos e quais oportunidades podem ser aproveitadas.
Com uma gestão estruturada, é possível ter mais controle sobre políticas de viagem, aprovações, prestação de contas e escolhas de fornecedores, mantendo a segurança e o conforto dos viajantes sem perder de vista o orçamento.
Como a Evotur ajuda empresas nesse cenário?
A Evotur atua com soluções completas para viagens corporativas, unindo atendimento especializado, tecnologia, controle de custos e suporte em todas as etapas da jornada. Em um momento de instabilidade nas tarifas aéreas, contar com uma agência experiente pode fazer diferença na tomada de decisão.
Com uma equipe preparada e ferramentas de gestão, a Evotur apoia empresas na busca pelo melhor custo-benefício, na organização das viagens, no acompanhamento de solicitações e na construção de processos mais eficientes para gestores e viajantes.
Além disso, a gestão integrada permite
mais visibilidade sobre gastos com passagens, hospedagens, locação de veículos e demais serviços relacionados à viagem corporativa. Isso contribui para decisões mais rápidas, seguras e alinhadas à realidade de cada empresa.
Menos improviso, mais estratégia
A alta do combustível e a redução na oferta de voos mostram que o mercado aéreo pode mudar rapidamente. Para empresas, o melhor caminho é evitar o improviso e investir em uma gestão de viagens mais inteligente, com planejamento, dados e apoio especializado.
Em um cenário de tarifas pressionadas, cada decisão conta. Antecipar demandas, centralizar processos e contar com parceiros estratégicos pode ajudar sua empresa a
viajar melhor, controlar custos e manter a produtividade mesmo diante das oscilações do mercado.















