Cópia de 5 erros que elevam os custos de viagens corporativas e como evitá-los

2 de julho de 2026

Os custos de viagens corporativas podem rapidamente sair do controle. Conheça 5 erros comuns e descubra como evitá-los para otimizar seu orçamento e garantir experiências de viagem mais eficientes. 

Viagens corporativas são uma parte essencial nas operações de muitas empresas, permitindo que representantes e colaboradores se reúnam com clientes, participem de conferências, e explorem novas oportunidades de negócios. No entanto, é um desafio constante manter esses custos sob controle, especialmente em um cenário econômico volátil. A falta de planejamento e controle pode resultar em despesas excessivas, impactando negativamente o orçamento da empresa e sua lucratividade. 


Para evitar que isso aconteça, é crucial entender os erros mais comuns que elevam os custos de viagens corporativas e implementar estratégias eficazes para evitá-los. A seguir, discutiremos sete erros típicos e forneceremos dicas práticas para otimizar as despesas de viagens, garantindo que sua empresa possa continuar a colher os benefícios das viagens corporativas sem comprometer seus recursos financeiros. 

#1 Falta de planejamento adequado 

Planejamento é a chave para qualquer atividade corporativa bem-sucedida, e isso inclui viagens. A falta de um planejamento adequado pode levar a uma série de problemas, incluindo a reserva de passagens e acomodações de última hora, que tendem a ser mais caras. Além disso, sem um planejamento claro, pode haver uma alocação ineficiente de recursos, resultando em gastos desnecessários. 


Para evitar este erro, é essencial desenvolver um plano detalhado de viagens corporativas com antecedência. Isso inclui a definição de objetivos claros para cada viagem, a identificação das necessidades de transporte e hospedagem, e a previsão de um orçamento realista. A utilização de ferramentas de planejamento de viagens pode ser altamente benéfica, permitindo que a empresa tenha uma visão abrangente de todas as etapas envolvidas. 


Outro aspecto crucial do planejamento é a flexibilidade. Embora seja importante ter um plano sólido, também é necessário estar preparado para imprevistos. Isso pode incluir a reserva de passagens com políticas de cancelamento flexíveis ou a escolha de acomodações que permitam alterações sem custos adicionais. Dessa forma, a empresa pode evitar surpresas desagradáveis e manter os custos sob controle. 

#2 Escolha inadequada de fornecedores 

A escolha de fornecedores é um fator determinante nos custos de viagens corporativas. Optar por fornecedores inadequados ou mais caros pode aumentar significativamente as despesas. Isso inclui companhias aéreas, hotéis, agências de aluguel de carros, e até mesmo restaurantes. Muitas vezes, as empresas escolhem fornecedores baseados na conveniência ou em relações pré-existentes, sem considerar alternativas mais econômicas. 


Para evitar este erro, a empresa deve realizar uma pesquisa detalhada e comparar diferentes fornecedores antes de tomar uma decisão. Negociar tarifas corporativas com hotéis e companhias aéreas pode resultar em descontos significativos. Além disso, a utilização de plataformas que agregam e comparam preços pode ajudar a identificar as opções mais econômicas. 


Outro ponto importante é a avaliação contínua dos fornecedores escolhidos. Apenas porque um fornecedor foi adequado em uma ocasião, não significa que ele continuará a ser a melhor opção no futuro. Monitorar o desempenho e os custos associados aos fornecedores pode fornecer insights valiosos e permitir ajustes conforme necessário, garantindo que a empresa obtenha o melhor valor possível. 

#3 Ignorar a política de viagens da empresa 

A política de viagens da empresa é um guia essencial que define as normas e procedimentos para todas as viagens corporativas. Ignorar ou não seguir essa política pode resultar em gastos desnecessários e descontrole financeiro. Por exemplo, os funcionários podem reservar acomodações ou voos que não estão alinhados com as diretrizes da empresa, resultando em custos mais altos. 


Para evitar este erro, é fundamental que todos os funcionários estejam cientes da política de viagens da empresa e a sigam rigorosamente. Isso pode ser alcançado por meio de treinamentos regulares e da disponibilização fácil da política para consulta. Além disso, é importante revisar e atualizar a política de viagens periodicamente para garantir que ela continue relevante e eficaz. 


Outra estratégia eficaz é a implementação de um sistema de aprovação de viagens. Antes de qualquer reserva ser feita, ela deve ser aprovada por um supervisor ou gestor, garantindo que todas as viagens estejam em conformidade com a política da empresa. Isso não apenas ajuda a controlar os custos, mas também assegura que as viagens sejam necessárias e alinhadas com os objetivos corporativos. 

#4 Não monitorar os gastos de forma eficaz 

Monitorar os gastos de viagens corporativas é essencial para manter o controle financeiro e identificar áreas de melhoria. A falta de um sistema eficaz de monitoramento pode levar a gastos excessivos e desperdício de recursos. Muitas empresas falham em acompanhar os custos de maneira detalhada e contínua, resultando em uma visão limitada sobre onde e como o dinheiro está sendo gasto. 


Para evitar este erro, é necessário implementar um sistema robusto de monitoramento de despesas. Isso inclui a utilização de softwares específicos que permitem rastrear todas as transações relacionadas a viagens em tempo real. Esses sistemas podem gerar relatórios detalhados, fornecendo insights valiosos sobre os padrões de gastos e áreas onde é possível reduzir custos. 


Além disso, é importante realizar auditorias regulares das despesas de viagens. Isso ajuda a identificar quaisquer inconsistências ou gastos não conformes com a política da empresa. A auditoria não apenas assegura a conformidade, mas também oferece uma oportunidade para ajustar as práticas e melhorar a eficiência. Um monitoramento eficaz dos gastos é fundamental para garantir que as viagens corporativas sejam gerenciadas de maneira econômica e sustentável. 

#5 Falta de flexibilidade nas reservas 

A falta de flexibilidade ao fazer reservas pode resultar em custos mais altos e menos opções disponíveis. Reservar voos, hotéis e outros serviços sem considerar a possibilidade de alterações pode levar a penalidades e taxas adicionais em caso de imprevistos. Além disso, a rigidez nas reservas pode limitar as oportunidades de aproveitar promoções e descontos que surgem ocasionalmente. 


Para evitar este erro, é importante adotar uma abordagem flexível ao fazer reservas. Isso pode incluir a escolha de passagens aéreas com opções de alteração ou cancelamento sem custos elevados e a seleção de hotéis que ofereçam políticas de cancelamento flexíveis. Manter-se atualizado sobre as políticas de cancelamento e alteração dos fornecedores também é crucial para evitar surpresas desagradáveis. 


Outra estratégia é reservar com antecedência sempre que possível. Reservas antecipadas geralmente oferecem tarifas mais baixas e maior disponibilidade de opções. No entanto, é igualmente importante equilibrar a antecipação com a flexibilidade, optando por reservas que permitam ajustes conforme necessário. Dessa maneira, a empresa pode se adaptar a mudanças inesperadas sem incorrer em custos adicionais significativos. 

Dicas para otimizar custos em viagens corporativas 

Agora que abordamos os erros comuns que elevam os custos de viagens corporativas, é hora de explorar algumas dicas práticas para otimizar essas despesas. Em primeiro lugar, a negociação com fornecedores é uma das maneiras mais eficazes de reduzir custos. Estabelecer parcerias com companhias aéreas, hotéis e locadoras de veículos pode resultar em tarifas corporativas mais baixas e condições mais favoráveis. 


Outra dica importante é incentivar os funcionários a serem conscientes sobre os custos. Isso pode ser feito por meio de treinamentos e da promoção de uma cultura de economia dentro da empresa. Oferecer recompensas ou incentivos para aqueles que conseguem reduzir os custos de suas viagens pode ser uma maneira eficaz de motivar os funcionários a colaborar na economia de recursos. 


A utilização de programas de fidelidade e cartões de crédito corporativos com benefícios também pode contribuir para a redução dos custos de viagens. Muitos programas de fidelidade oferecem pontos ou milhas que podem ser resgatados em futuras viagens, enquanto os cartões de crédito corporativos frequentemente oferecem seguros de viagem, acesso a salas VIP em aeroportos, e outros benefícios que podem resultar em economias significativas. 

Aprendendo com os erros para viagens mais econômicas 

Em suma, gerenciar viagens corporativas de maneira eficaz requer atenção a detalhes e uma abordagem estratégica para evitar erros comuns que podem aumentar os custos. Desde o planejamento inadequado até a falta de monitoramento de despesas, cada erro pode ser corrigido com práticas e ferramentas adequadas. Ao aprender com esses erros e implementar as melhores práticas discutidas neste artigo, as empresas podem otimizar seus custos de viagens e garantir que seus recursos sejam utilizados de maneira eficiente. 


A chave para o sucesso reside na combinação de planejamento detalhado, escolha criteriosa de fornecedores, adesão à política de viagens da empresa e utilização de tecnologia avançada. Além disso, a comunicação eficaz e o monitoramento contínuo dos gastos são elementos essenciais para manter os custos sob controle. A flexibilidade nas reservas também desempenha um papel crucial, permitindo que a empresa se adapte a mudanças inesperadas sem incorrer em despesas extras. 


Ao adotar essas estratégias e manter um foco constante na melhoria contínua, as empresas podem transformar suas práticas de gestão de viagens corporativas. Isso não apenas resultará em economias financeiras, mas também proporcionará uma experiência de viagem mais eficiente e agradável para os funcionários, contribuindo para o sucesso geral e a sustentabilidade da organização. 

4 de agosto de 2026
O segundo semestre de 2026 chega desafiador para quem organiza eventos corporativos. Um calendário atípico ao longo do ano, com Copa do Mundo e feriados concentrados, reorganizou as datas, e a temporada de fim de ano (convenções, kickoffs e confraternizações) promete movimentar as agendas. Entender o cenário é o primeiro passo para fazer de cada encontro um resultado. Um setor que nunca movimentou tanto Os números ajudam a dimensionar o momento. Segundo o III Dimensionamento do Setor de Eventos no Brasil (2024/2025), realizado por Sebrae, ABEOC Brasil e FIEC, o setor movimentou R$ 813,5 bilhões em 2024 e reúne cerca de 300 mil empresas, o maior patamar já registrado. E 2026 começou no mesmo ritmo: o Radar Econômico da ABRAPE aponta que o consumo ligado a eventos somou R$ 38,1 bilhões no primeiro trimestre, alta de 9,7% na comparação anual, com janeiro batendo o recorde da série histórica iniciada em 2019. Fontes: III Dimensionamento do Setor de Eventos (Sebrae, ABEOC Brasil e FIEC); Radar Econômico ABRAPE (1º trimestre de 2026). Eventos presenciais como motor de negócio Para o mundo corporativo, esse crescimento tem um significado claro: o presencial voltou a ser estratégico. O próprio avanço das viagens corporativas no primeiro semestre foi atribuído, em parte, à retomada dos eventos presenciais em diferentes regiões do país, segundo a Abracorp. Ou seja, evento não é custo isolado, é gerador de deslocamento, hospedagem e negócio. Um dado do segmento B2B reforça: só em São Paulo foram realizados 1.511 eventos de grande porte em 2025, alta de 22%, com impacto econômico estimado em R$ 14 bilhões. Quando bem planejado, o evento se paga em conexões e resultados. Fontes: Abracorp (1º semestre de 2026), via PANROTAS; Barômetro Eventos B2B 2025 (Ubrafe / SP Turismo). Formatos menores e distribuídos A tendência mais clara é a migração dos grandes encontros anuais para eventos menores e distribuídos ao longo do ano. Em vez de um único megaevento, várias ações de menor porte: reduzem risco, aumentam a conexão com o público e permitem experiências mais frequentes e relevantes. Para o segundo semestre, isso conversa diretamente com a temporada corporativa de encerramento de ciclo, kickoffs de planejamento, convenções de vendas, premiações e confraternizações, que tende a concentrar boa parte da verba anual em poucos meses. Tecnologia deixou de ser diferencial O que antes impressionava agora é esperado. Credenciamento por biometria e reconhecimento facial, pulseiras RFID, pagamento cashless e formatos híbridos (o chamado "phygital") entraram para a régua básica. Mas a virada mais importante é a da mensuração: com mapas de calor, dados de credenciamento e engajamento em tempo real, dá para saber quais espaços atraíram mais público, quanto tempo cada pessoa permaneceu e em que momento o interesse caiu. O "achismo" perde espaço para o dado e, com ele, para a comprovação de ROI que as empresas passaram a exigir de cada real investido. Sustentabilidade como base, não como bônus Práticas ESG deixaram de ser diferencial de marketing e viraram padrão. Credenciais digitais no lugar de papel, cenografia modular reutilizável, escolhas conscientes de fornecedores e menus com produção local são hoje esperados em qualquer planejamento sério. Além do impacto ambiental, essas escolhas também conversam com controle de custo, menos desperdício, menos retrabalho. Planejar cedo faz toda a diferença Com a demanda aquecida e o calendário concentrado no fim do ano, os melhores espaços, fornecedores e datas se esgotam rápido. Antecipar-se, travar local, negociar com fornecedores e definir o formato com folga é o que separa o evento que acontece como planejado daquele que vira corrida contra o relógio. É também onde uma parceria especializada faz diferença: da curadoria de fornecedores à mensuração de resultados, passando por logística, audiovisual, RSVP e controle de budget. A Evotur Eventos acompanha essa evolução com soluções completas para eventos presenciais, digitais e híbridos, da logística à comprovação de resultados. Vai planejar seu próximo evento? Conte com a Evotur.
4 de agosto de 2026
A inteligência artificial deixou de ser promessa distante e virou ferramenta de rotina na gestão de viagens corporativas. Mais do que assunto de palco, ela já está dentro da operação de empresas brasileiras, economizando tempo, dinheiro e trabalho manual. A IA já é realidade no setor Uma pesquisa da Phocuswright, uma das principais consultorias globais do mercado de viagens, mostra que 61% das empresas do setor já experimentam ou escalam o uso de IA agêntica , aquela que não apenas responde a comandos, mas observa, decide e age dentro de parâmetros definidos. Desse total, 22% estão em fase inicial de implementação e 6% em estágio avançado. É a principal aposta tecnológica da indústria em 2026. E não é só teoria. No Brasil, a VOLL, que atende mais de 300 corporações em mais de 20 países, opera desde o início de 2026 agentes autônomos de IA integrados à gestão de viagens e despesas. Segundo a empresa, só no primeiro trimestre esses agentes geraram mais de R$ 3 milhões em economia direta para clientes como Itaú, Nubank, XP e CPFL Energia, com projeção de R$ 50 milhões em economia ao longo do ano. Fontes: Phocuswright (adoção de IA no setor) e VOLL (dados de economia), via SEGS. O que a IA já faz na prática Alguns exemplos concretos de como isso aparece no dia a dia de quem gerencia deslocamentos: Monitoramento de tarifas após a emissão: o sistema acompanha o preço da passagem já comprada e, ao identificar queda, permite reemitir mais barato, devolvendo dinheiro ao caixa. Automação de despesas: leitura de comprovantes, categorização e prestação de contas sem planilha manual. Self-booking inteligente: reserva dentro da política da empresa, com menos erro e mais autonomia para o viajante. Relatórios personalizados: dados de viagem organizados para decisão, não para arquivo. Por que isso importa para o seu orçamento? Cada uma dessas frentes ataca um ponto de desperdício. Reemitir uma passagem mais barata devolve dinheiro. Automatizar despesa devolve horas ao time. Padronizar reserva evita o gasto fora da política. Somados, esses ganhos explicam por que tecnologia deixou de ser luxo e virou requisito de uma gestão eficiente , especialmente num ano de tarifas em alta. A Evotur incorpora tecnologia e atendimento humanizado para que a IA trabalhe a favor da sua empresa, sem perder o toque humano quando ele mais importa. Quer conhecer como isso funciona na prática? Fale com a gente.
4 de agosto de 2026
Quem gerencia viagens sentiu no bolso: voar pelo Brasil ficou consideravelmente mais caro em 2026. E, diferente de uma alta pontual, o movimento tem causas estruturais que pedem planejamento, não sorte. Entender de onde vem a pressão é o primeiro passo para defender o orçamento. Quanto subiu? Segundo a ANAC, o preço médio da passagem aérea doméstica chegou a R$ 632,53 em maio de 2026, alta de 11,2% em relação a maio de 2025, quando a média era R$ 568,96. Olhando o semestre inteiro, o quadro é ainda mais expressivo: levantamento da Fipe em parceria com a ClickBus (Índice do Rodoviário ClickBus – IRCB) aponta que as passagens aéreas subiram 23,1% de janeiro a junho de 2026, quase quatro vezes mais que as passagens de ônibus (+6,3%) no mesmo período. Na comparação de junho contra junho, o aéreo acumulou alta de 52,4%. Fontes: tarifa média, ANAC (dados de maio/2026); alta acumulada do semestre — IRCB ClickBus/Fipe, via PANROTAS. A raiz do problema O principal vilão é o querosene de aviação (QAV). De acordo com a ANP, o litro chegou a R$ 6,46 em maio de 2026, alta de 68,5% em doze meses. Como o combustível responde por cerca de 45% dos custos operacionais das companhias, boa parte dessa disparada acaba repassada à tarifa. A alta acompanha a volatilidade do petróleo no mercado internacional, pressionado por tensões geopolíticas. Vale o contexto: nem tudo é má notícia. Mesmo com a média em alta, a ANAC aponta que 49,1% das passagens domésticas foram vendidas por menos de R$ 500 em maio, o que reforça que há espaço para economizar com planejamento. O governo federal também zerou temporariamente o PIS/Cofins sobre o QAV, medida prorrogada até o fim de julho, na tentativa de conter o repasse. Fonte: ANAC, dados tarifários de maio/2026 (com valores de QAV apurados pela ANP). Como proteger o orçamento Se o preço não está sob controle da empresa, o planejamento está. Três frentes fazem diferença: Antecedência: comprar com folga reduz o impacto da tarifa de última hora, historicamente a mais cara. Análise de dados: entender padrões de deslocamento ajuda a negociar melhor com fornecedores e a cortar viagens que poderiam ser uma call. Política e apoio especializado: regras claras de classe, antecedência e fornecedores preferenciais, somadas a um parceiro que monitora tarifas, transformam a imprevisibilidade em previsão. Em um cenário de custos pressionados, a diferença entre estourar e cumprir o orçamento está na gestão. A Evotur une dados, tecnologia e atendimento para planejar cada deslocamento com inteligência. Quer blindar seu orçamento de viagens? Fale com a Evotur.
4 de agosto de 2026
Se a sua empresa envia colaboradores para a Europa, atenção: as regras de entrada no continente estão mudando, e o segundo semestre de 2026 é um marco importante nessa transição. A boa notícia é que brasileiros seguem sem precisar de visto para viagens de até 90 dias (dentro de um período de 180 dias). A novidade são novas etapas obrigatórias, uma que já começou e outra que está chegando. EES: o fim do carimbo no passaporte O EES (Entry/Exit System) substitui o antigo carimbo manual por um registro eletrônico das entradas e saídas do Espaço Schengen. Começou a ser implantado a partir de outubro de 2025 e vem sendo adotado de forma progressiva nas fronteiras. Na chegada, o viajante passa por quiosques de autoatendimento para coleta de dados biométricos (foto e impressões digitais) e verificação do passaporte. Importante: o EES não tem custo e não exige solicitação prévia. É apenas um registro na fronteira. O impacto prático é que a primeira entrada pode levar alguns minutos a mais, algo a considerar em conexões apertadas. ETIAS: a autorização que está chegando O ETIAS (European Travel Information and Authorisation System) é uma autorização eletrônica obrigatória e não um visto. Funciona como o ESTA americano que os brasileiros já conhecem: um cadastro prévio, pago e totalmente online, analisado antes da viagem. Os principais pontos: Custo: €20 (cerca de R$ 117, conforme o câmbio). Validade: até 3 anos ou até o vencimento do passaporte usado no pedido. Previsão: último trimestre de 2026 (entre outubro e dezembro). A data exata ainda não foi confirmada e já sofreu vários adiamentos. senções: menores de 18 e maiores de 70 anos não pagam a taxa. Haverá um período de transição (previsto de outubro de 2026 a abril de 2027) em que os viajantes deverão solicitar o ETIAS, mas poderão entrar mesmo sem a aprovação, desde que cumpram os demais critérios. Depois disso, passa a ser obrigatório em todas as fronteiras. Fonte: União Europeia, site oficial do ETIAS (travel-europe.europa.eu/etias). Atenção aos golpes Como o assunto está em alta, já surgiram sites fraudulentos prometendo emitir o documento. A própria União Europeia alerta: só o domínio oficial (europa.eu) é confiável, e o portal ainda não está aberto, ou seja, não é possível se cadastrar nem pagar por ele agora. Oriente seus viajantes a confiar apenas na fonte oficial quando o sistema entrar no ar. E quem vai só para Londres? Reino Unido e Irlanda não integram o ETIAS. O Reino Unido tem seu próprio sistema, o ETA, em vigor desde 2025. Roteiros que combinam Londres com cidades do continente precisam considerar as duas autorizações separadamente. O que a sua empresa deve fazer agora? Mapear quem viajará para a Europa nos próximos meses. Revisar a validade dos passaportes com antecedência. Acompanhar o anúncio da data oficial do ETIAS. Ter a documentação organizada reduz drasticamente o risco de imprevisto na imigração e é exatamente nesse tipo de orientação que o apoio de uma agência especializada evita dor de cabeça. A Evotur acompanha essas mudanças de perto e orienta sua empresa em cada etapa da jornada. Vai mandar alguém para a Europa no segundo semestre? Fale com a gente antes de emitir.
4 de agosto de 2026
O turismo de negócios brasileiro vive um dos melhores momentos da sua história e isso muda o jogo para quem cuida de viagens dentro das empresas. Os números do primeiro semestre de 2026 confirmam uma retomada consistente, puxada tanto pelas viagens de trabalho quanto pela volta forte dos eventos presenciais. Nesse cenário, a forma como uma empresa organiza seus deslocamentos deixou de ser um detalhe operacional para se tornar uma decisão estratégica , com impacto direto no caixa e na produtividade. Um semestre de recordes De acordo com o levantamento mensal da Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas), as agências associadas faturaram R$ 7,18 bilhões entre janeiro e junho de 2026, alta de 14,77% sobre os R$ 6,25 bilhões do mesmo período de 2025. O transporte aéreo seguiu como principal segmento, respondendo por 59,5% do faturamento, com R$ 4,27 bilhões em passagens (crescimento de 12,84%). Mas foi a hotelaria que puxou o resultado: movimentou R$ 2,12 bilhões, alta de 23,03%, o maior avanço entre as categorias. Segundo Douglas Fernandes de Camargo, diretor executivo da Abracorp, o desempenho combina o aumento das viagens de negócios com a realização de eventos presenciais em diferentes regiões do país. Não à toa: em 2025, o setor já havia batido recorde histórico, com R$ 13,685 bilhões, e a expectativa da associação é fechar 2026 perto de R$ 14 bilhões. Fonte: Abracorp (dados divulgados em julho de 2026), via PANROTAS. Por que isso importa para a sua empresa? Um mercado que cresce é também um mercado que encarece. Com passagens e diárias pressionadas, cada real gasto em deslocamento pesa mais no orçamento. É aí que a gestão faz diferença: empresas que ainda tratam viagem como tarefa administrativa pagam mais caro e enxergam menos do que gastam. A pergunta deixou de ser "viajar ou não", encontros presenciais seguem decisivos para fechar acordos, acompanhar operações e construir confiança. A pergunta agora é "como viajar melhor gastando de forma inteligente". Do operacional ao estratégico Durante anos, gerir viagens significou emitir passagem, reservar hotel e processar reembolso. Hoje, significa muito mais: Controlar o orçamento em tempo real, acompanhando o gasto antes de a fatura chegar. Padronizar políticas de classe, antecedência e fornecedores, sem engessar o viajante. Transformar dados em decisão, com relatórios que mostram exatamente onde dá para economizar. Essa mudança de postura, de reativo para preditivo, é o que separa as empresas que apenas gastam com viagem das que usam viagem como alavanca de negócio. O papel de uma gestão profissional É aqui que uma parceira especializada entra. A Evotur une plataformas de gestão, BI, self-booking, expense management e atendimento humanizado 24h para tirar a viagem do modo "apagar incêndio" e colocá-la no modo estratégico, com previsibilidade de custo, mais autonomia para quem viaja e informação confiável para quem decide. Em um semestre de recordes e custos em alta, quem organiza bem sai na frente. Quer transformar a gestão de viagens da sua empresa em vantagem competitiva? Fale com a Evotur.
8 de julho de 2026
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5 de julho de 2026
Viajar a trabalho pode ser desafiador, mas tudo começa com uma mala bem preparada. Confira nosso checklist e não esqueça de nada essencial.
Person using a laptop while reclining on a lounge chair by turquoise water at a resort
1 de julho de 2026
Descubra o fenômeno do bleisure, a revolucionária tendência que mistura trabalho e lazer, permitindo que você aproveite o melhor dos dois mundos.
28 de maio de 2026
Alta no querosene de aviação reduz oferta de voos no Brasil e reforça  a importância de uma gestão estratégica para viagens corporativas.
28 de maio de 2026
Se a sua empresa tem colaboradores viajando para Portugal, ou fazendo conexões por Lisboa e Porto, vale acender o alerta na agenda. Uma greve marcada para 3 de junho de 2026 pode impactar as operações aéreas no país e mexer com voos de companhias muito usadas em viagens corporativas. Mais do que uma notícia de aviação, é um lembrete prático: imprevistos acontecem, e a forma como a sua empresa está preparada para eles faz toda a diferença no custo e na tranquilidade de quem está na estrada.
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