Viagens corporativas em alta: por que gerir bem virou vantagem competitiva em 2026?

O turismo de negócios brasileiro vive um dos melhores momentos da sua história e isso muda o jogo para quem cuida de viagens dentro das empresas. Os números do primeiro semestre de 2026 confirmam uma retomada consistente, puxada tanto pelas viagens de trabalho quanto pela volta forte dos eventos presenciais. Nesse cenário, a forma como uma empresa organiza seus deslocamentos deixou de ser um detalhe operacional para se tornar uma decisão estratégica, com impacto direto no caixa e na produtividade.
Um semestre de recordes
De acordo com o levantamento mensal da Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas), as agências associadas faturaram R$ 7,18 bilhões entre janeiro e junho de 2026, alta de 14,77% sobre os R$ 6,25 bilhões do mesmo período de 2025. O transporte aéreo seguiu como principal segmento, respondendo por 59,5% do faturamento, com R$ 4,27 bilhões em passagens (crescimento de 12,84%). Mas foi a hotelaria que puxou o resultado: movimentou R$ 2,12 bilhões, alta de 23,03%, o maior avanço entre as categorias.
Segundo Douglas Fernandes de Camargo, diretor executivo da Abracorp, o desempenho combina o aumento das viagens de negócios com a realização de eventos presenciais em diferentes regiões do país. Não à toa: em 2025, o setor já havia batido recorde histórico, com R$ 13,685 bilhões, e a expectativa da associação é fechar 2026 perto de R$ 14 bilhões.
Fonte: Abracorp (dados divulgados em julho de 2026), via PANROTAS.
Por que isso importa para a sua empresa?
Um mercado que cresce é também um mercado que encarece. Com passagens e diárias pressionadas, cada real gasto em deslocamento pesa mais no orçamento. É aí que a gestão faz diferença: empresas que ainda tratam viagem como tarefa administrativa pagam mais caro e enxergam menos do que gastam.
A pergunta deixou de ser "viajar ou não", encontros presenciais seguem decisivos para fechar acordos, acompanhar operações e construir confiança. A pergunta agora é "como viajar melhor gastando de forma inteligente".
Do operacional ao estratégico
Durante anos, gerir viagens significou emitir passagem, reservar hotel e processar reembolso. Hoje, significa muito mais:
- Controlar o orçamento em tempo real, acompanhando o gasto antes de a fatura chegar.
- Padronizar políticas de classe, antecedência e fornecedores, sem engessar o viajante.
- Transformar dados em decisão, com relatórios que mostram exatamente onde dá para economizar.
Essa mudança de postura, de reativo para preditivo, é o que separa as empresas que apenas gastam com viagem das que usam viagem como alavanca de negócio.
O papel de uma gestão profissional
É aqui que uma parceira especializada entra. A Evotur une plataformas de gestão, BI, self-booking, expense management e atendimento humanizado 24h para tirar a viagem do modo "apagar incêndio" e colocá-la no modo estratégico, com previsibilidade de custo, mais autonomia para quem viaja e informação confiável para quem decide.
Em um semestre de recordes e custos em alta, quem organiza bem sai na frente.
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