Como a Tecnologia Revoluciona a Gestão de Viagens Modernas

Gru Rossi • 28 de abril de 2026

A gestão de viagens sempre foi um desafio para empresas e viajantes, exigindo um planejamento meticuloso e uma coordenação eficiente para garantir que tudo corresse conforme o planejado. No passado, isso envolvia uma quantidade significativa de trabalho manual, desde a reserva de voos e hotéis até a organização de itinerários e a gestão de despesas. No entanto, com o avanço da tecnologia, o cenário da gestão de viagens mudou drasticamente, tornando-se mais eficiente, conveniente e integrado. 


Na era digital, a tecnologia não apenas simplificou os processos de gestão de viagens, mas também melhorou a experiência do viajante de maneiras inimagináveis há apenas uma década. Hoje, a automação, os aplicativos móveis, a análise de dados e as plataformas de reserva online desempenham papéis cruciais na transformação da gestão de viagens. Essas inovações não só ajudam a economizar tempo e recursos, mas também proporcionam um nível de personalização e controle que antes era inalcançável. 


À medida que a tecnologia continua a evoluir, as empresas e os viajantes precisam se adaptar rapidamente para aproveitar ao máximo essas ferramentas. A gestão de viagens na era digital não é apenas sobre a adoção de novas tecnologias, mas também sobre a integração dessas soluções de maneira eficiente e estratégica. Neste artigo, exploraremos como as principais tecnologias estão revolucionando a gestão de viagens e como as empresas podem se preparar para o futuro dessa área dinâmica. 

Principais tecnologias que transformam a gestão de viagens 

Uma das principais tecnologias que revolucionou a gestão de viagens é a automação. Ferramentas automatizadas agora realizam tarefas que antes demandavam horas de trabalho manual. A automação abrange desde a reserva de passagens aéreas e acomodações até o acompanhamento de despesas e a geração de relatórios. Com a automação, os gestores de viagens podem se concentrar em atividades mais estratégicas, deixando as tarefas rotineiras para as máquinas. 


Outra tecnologia transformadora é a inteligência artificial (IA). A IA está sendo usada para personalizar experiências de viagem com base nas preferências e no histórico dos viajantes. Algoritmos avançados analisam grandes volumes de dados para fornecer recomendações personalizadas de voos, hotéis e atividades. Além disso, a IA pode prever possíveis problemas, como atrasos de voos, e sugerir alternativas, melhorando significativamente a experiência do viajante. 


Os aplicativos móveis também desempenham um papel fundamental na gestão de viagens moderna. Aplicativos de viagem permitem que os viajantes acessem informações importantes, como detalhes de itinerário, reservas de hotéis, e atualizações de voos, diretamente de seus smartphones. Além disso, muitos aplicativos oferecem funcionalidades adicionais, como a capacidade de fazer check-in em voos, reservar transporte local e até mesmo encontrar recomendações de restaurantes e atrações. 

Vantagens da automação na gestão de viagens 

A automação traz inúmeras vantagens para a gestão de viagens, começando pela eficiência operacional. Com a automação, tarefas que antes eram demoradas e propensas a erros humanos são realizadas de maneira rápida e precisa. Isso não apenas economiza tempo, mas também reduz os custos operacionais, permitindo que as empresas realoquem recursos para áreas mais estratégicas. 


Outra grande vantagem da automação é a melhoria na conformidade e controle de políticas de viagem. Ferramentas automatizadas podem garantir que todas as reservas e despesas estejam em conformidade com as políticas corporativas, reduzindo o risco de fraudes e despesas não autorizadas. Isso proporciona maior transparência e facilita a auditoria, uma vez que todas as transações são registradas automaticamente e podem ser facilmente rastreadas. 


A automação também melhora a experiência do viajante. Com processos automatizados, os viajantes podem fazer reservas, gerenciar itinerários e acompanhar despesas de maneira mais conveniente e sem complicações. Isso reduz o estresse e as incertezas associadas às viagens, permitindo que os viajantes se concentrem em seus objetivos de viagem, sejam eles negócios ou lazer. Além disso, a automação pode proporcionar um atendimento mais ágil e eficiente em caso de problemas ou imprevistos durante a viagem. 


Gestão de despesas de viagem: como a tecnologia ajuda 

A gestão de despesas de viagem sempre foi uma tarefa complexa e demorada, envolvendo o rastreamento de recibos, a categorização de despesas e a preparação de relatórios detalhados. No entanto, a tecnologia simplificou significativamente esse processo, tornando-o mais eficiente e menos propenso a erros. Ferramentas de gestão de despesas automatizam muitas dessas tarefas, permitindo que os viajantes capturem e categorizem despesas em tempo real. 


Uma das principais inovações na gestão de despesas de viagem é o uso de aplicativos móveis. Com esses aplicativos, os viajantes podem fotografar recibos e fazer upload das imagens diretamente para o sistema de gestão de despesas. O software então utiliza tecnologia de reconhecimento óptico de caracteres (OCR) para extrair automaticamente as informações relevantes e categorizá-las de acordo com as políticas da empresa. Isso não só economiza tempo, mas também reduz a possibilidade de erros humanos. 


Outra área onde a tecnologia está fazendo uma diferença significativa é na análise de despesas. Ferramentas avançadas de análise permitem que as empresas monitorem gastos em tempo real e identifiquem padrões que podem indicar desperdícios ou fraudes. Além disso, a análise de despesas pode ajudar a identificar áreas onde é possível negociar melhores tarifas com fornecedores ou implementar políticas de viagem mais eficientes. Isso resulta em economias significativas e uma melhor gestão dos recursos da empresa. 

Tendências futuras na gestão de viagens 

À medida que a tecnologia continua a evoluir, novas tendências estão surgindo na gestão de viagens, prometendo transformar ainda mais essa área dinâmica. Uma dessas tendências é o uso crescente da inteligência artificial e do aprendizado de máquina. Essas tecnologias estão sendo cada vez mais integradas em ferramentas de gestão de viagens para oferecer recomendações mais precisas e personalizadas, além de prever problemas e sugerir soluções proativas. 


Outra tendência importante é a utilização de blockchain na gestão de viagens. O blockchain oferece um nível sem precedentes de segurança e transparência, tornando-o ideal para a gestão de dados sensíveis de viagem. Com o blockchain, todas as transações e reservas podem ser registradas de maneira imutável, garantindo a integridade dos dados e reduzindo o risco de fraudes. Além disso, o blockchain pode facilitar pagamentos internacionais e a gestão de identidades digitais, simplificando ainda mais o processo de viagem. 


A realidade aumentada (RA) e a realidade virtual (RV) também estão começando a fazer incursões na gestão de viagens. Essas tecnologias podem proporcionar experiências imersivas que ajudam os viajantes a planejar suas viagens de maneira mais eficaz. Por exemplo, a RA pode ser usada para fornecer informações contextuais em tempo real, enquanto a RV pode permitir que os viajantes explorem destinos e acomodações antes de fazer uma reserva. Essas inovações prometem tornar a experiência de viagem mais envolvente e informada. 

Conclusão: o futuro da gestão de viagens com tecnologia 

A tecnologia está, sem dúvida, revolucionando a gestão de viagens modernas, trazendo uma série de benefícios que vão desde a eficiência operacional até a melhoria da experiência do viajante. Ferramentas de automação, aplicativos móveis, análise de dados e plataformas de reserva online são apenas algumas das inovações que estão transformando essa área dinâmica. À medida que novas tecnologias, como a inteligência artificial, o blockchain e a realidade aumentada, continuam a emergir, o futuro da gestão de viagens promete ser ainda mais emocionante e transformador. 


Para empresas e viajantes, a chave para aproveitar ao máximo essas inovações é a adoção estratégica e a integração eficiente das tecnologias disponíveis. Isso não só ajudará a economizar tempo e recursos, mas também proporcionará um nível de personalização e controle que antes era inalcançável. À medida que a tecnologia continua a evoluir, aqueles que estiverem dispostos a abraçar essas mudanças estarão bem posicionados para prosperar no futuro da gestão de viagens. 


Em última análise, a tecnologia não é apenas uma ferramenta para melhorar a eficiência, mas também um catalisador para transformar a maneira como pensamos e gerenciamos viagens. Com as inovações contínuas e a crescente integração de tecnologias avançadas, o futuro da gestão de viagens é brilhante e cheio de possibilidades. Seja você um gestor de viagens, um viajante frequente ou alguém que simplesmente ama explorar o mundo, a tecnologia está tornando mais fácil, seguro e agradável do que nunca. 

4 de agosto de 2026
O segundo semestre de 2026 chega desafiador para quem organiza eventos corporativos. Um calendário atípico ao longo do ano, com Copa do Mundo e feriados concentrados, reorganizou as datas, e a temporada de fim de ano (convenções, kickoffs e confraternizações) promete movimentar as agendas. Entender o cenário é o primeiro passo para fazer de cada encontro um resultado. Um setor que nunca movimentou tanto Os números ajudam a dimensionar o momento. Segundo o III Dimensionamento do Setor de Eventos no Brasil (2024/2025), realizado por Sebrae, ABEOC Brasil e FIEC, o setor movimentou R$ 813,5 bilhões em 2024 e reúne cerca de 300 mil empresas, o maior patamar já registrado. E 2026 começou no mesmo ritmo: o Radar Econômico da ABRAPE aponta que o consumo ligado a eventos somou R$ 38,1 bilhões no primeiro trimestre, alta de 9,7% na comparação anual, com janeiro batendo o recorde da série histórica iniciada em 2019. Fontes: III Dimensionamento do Setor de Eventos (Sebrae, ABEOC Brasil e FIEC); Radar Econômico ABRAPE (1º trimestre de 2026). Eventos presenciais como motor de negócio Para o mundo corporativo, esse crescimento tem um significado claro: o presencial voltou a ser estratégico. O próprio avanço das viagens corporativas no primeiro semestre foi atribuído, em parte, à retomada dos eventos presenciais em diferentes regiões do país, segundo a Abracorp. Ou seja, evento não é custo isolado, é gerador de deslocamento, hospedagem e negócio. Um dado do segmento B2B reforça: só em São Paulo foram realizados 1.511 eventos de grande porte em 2025, alta de 22%, com impacto econômico estimado em R$ 14 bilhões. Quando bem planejado, o evento se paga em conexões e resultados. Fontes: Abracorp (1º semestre de 2026), via PANROTAS; Barômetro Eventos B2B 2025 (Ubrafe / SP Turismo). Formatos menores e distribuídos A tendência mais clara é a migração dos grandes encontros anuais para eventos menores e distribuídos ao longo do ano. Em vez de um único megaevento, várias ações de menor porte: reduzem risco, aumentam a conexão com o público e permitem experiências mais frequentes e relevantes. Para o segundo semestre, isso conversa diretamente com a temporada corporativa de encerramento de ciclo, kickoffs de planejamento, convenções de vendas, premiações e confraternizações, que tende a concentrar boa parte da verba anual em poucos meses. Tecnologia deixou de ser diferencial O que antes impressionava agora é esperado. Credenciamento por biometria e reconhecimento facial, pulseiras RFID, pagamento cashless e formatos híbridos (o chamado "phygital") entraram para a régua básica. Mas a virada mais importante é a da mensuração: com mapas de calor, dados de credenciamento e engajamento em tempo real, dá para saber quais espaços atraíram mais público, quanto tempo cada pessoa permaneceu e em que momento o interesse caiu. O "achismo" perde espaço para o dado e, com ele, para a comprovação de ROI que as empresas passaram a exigir de cada real investido. Sustentabilidade como base, não como bônus Práticas ESG deixaram de ser diferencial de marketing e viraram padrão. Credenciais digitais no lugar de papel, cenografia modular reutilizável, escolhas conscientes de fornecedores e menus com produção local são hoje esperados em qualquer planejamento sério. Além do impacto ambiental, essas escolhas também conversam com controle de custo, menos desperdício, menos retrabalho. Planejar cedo faz toda a diferença Com a demanda aquecida e o calendário concentrado no fim do ano, os melhores espaços, fornecedores e datas se esgotam rápido. Antecipar-se, travar local, negociar com fornecedores e definir o formato com folga é o que separa o evento que acontece como planejado daquele que vira corrida contra o relógio. É também onde uma parceria especializada faz diferença: da curadoria de fornecedores à mensuração de resultados, passando por logística, audiovisual, RSVP e controle de budget. A Evotur Eventos acompanha essa evolução com soluções completas para eventos presenciais, digitais e híbridos, da logística à comprovação de resultados. Vai planejar seu próximo evento? Conte com a Evotur.
4 de agosto de 2026
A inteligência artificial deixou de ser promessa distante e virou ferramenta de rotina na gestão de viagens corporativas. Mais do que assunto de palco, ela já está dentro da operação de empresas brasileiras, economizando tempo, dinheiro e trabalho manual. A IA já é realidade no setor Uma pesquisa da Phocuswright, uma das principais consultorias globais do mercado de viagens, mostra que 61% das empresas do setor já experimentam ou escalam o uso de IA agêntica , aquela que não apenas responde a comandos, mas observa, decide e age dentro de parâmetros definidos. Desse total, 22% estão em fase inicial de implementação e 6% em estágio avançado. É a principal aposta tecnológica da indústria em 2026. E não é só teoria. No Brasil, a VOLL, que atende mais de 300 corporações em mais de 20 países, opera desde o início de 2026 agentes autônomos de IA integrados à gestão de viagens e despesas. Segundo a empresa, só no primeiro trimestre esses agentes geraram mais de R$ 3 milhões em economia direta para clientes como Itaú, Nubank, XP e CPFL Energia, com projeção de R$ 50 milhões em economia ao longo do ano. Fontes: Phocuswright (adoção de IA no setor) e VOLL (dados de economia), via SEGS. O que a IA já faz na prática Alguns exemplos concretos de como isso aparece no dia a dia de quem gerencia deslocamentos: Monitoramento de tarifas após a emissão: o sistema acompanha o preço da passagem já comprada e, ao identificar queda, permite reemitir mais barato, devolvendo dinheiro ao caixa. Automação de despesas: leitura de comprovantes, categorização e prestação de contas sem planilha manual. Self-booking inteligente: reserva dentro da política da empresa, com menos erro e mais autonomia para o viajante. Relatórios personalizados: dados de viagem organizados para decisão, não para arquivo. Por que isso importa para o seu orçamento? Cada uma dessas frentes ataca um ponto de desperdício. Reemitir uma passagem mais barata devolve dinheiro. Automatizar despesa devolve horas ao time. Padronizar reserva evita o gasto fora da política. Somados, esses ganhos explicam por que tecnologia deixou de ser luxo e virou requisito de uma gestão eficiente , especialmente num ano de tarifas em alta. A Evotur incorpora tecnologia e atendimento humanizado para que a IA trabalhe a favor da sua empresa, sem perder o toque humano quando ele mais importa. Quer conhecer como isso funciona na prática? Fale com a gente.
4 de agosto de 2026
Quem gerencia viagens sentiu no bolso: voar pelo Brasil ficou consideravelmente mais caro em 2026. E, diferente de uma alta pontual, o movimento tem causas estruturais que pedem planejamento, não sorte. Entender de onde vem a pressão é o primeiro passo para defender o orçamento. Quanto subiu? Segundo a ANAC, o preço médio da passagem aérea doméstica chegou a R$ 632,53 em maio de 2026, alta de 11,2% em relação a maio de 2025, quando a média era R$ 568,96. Olhando o semestre inteiro, o quadro é ainda mais expressivo: levantamento da Fipe em parceria com a ClickBus (Índice do Rodoviário ClickBus – IRCB) aponta que as passagens aéreas subiram 23,1% de janeiro a junho de 2026, quase quatro vezes mais que as passagens de ônibus (+6,3%) no mesmo período. Na comparação de junho contra junho, o aéreo acumulou alta de 52,4%. Fontes: tarifa média, ANAC (dados de maio/2026); alta acumulada do semestre — IRCB ClickBus/Fipe, via PANROTAS. A raiz do problema O principal vilão é o querosene de aviação (QAV). De acordo com a ANP, o litro chegou a R$ 6,46 em maio de 2026, alta de 68,5% em doze meses. Como o combustível responde por cerca de 45% dos custos operacionais das companhias, boa parte dessa disparada acaba repassada à tarifa. A alta acompanha a volatilidade do petróleo no mercado internacional, pressionado por tensões geopolíticas. Vale o contexto: nem tudo é má notícia. Mesmo com a média em alta, a ANAC aponta que 49,1% das passagens domésticas foram vendidas por menos de R$ 500 em maio, o que reforça que há espaço para economizar com planejamento. O governo federal também zerou temporariamente o PIS/Cofins sobre o QAV, medida prorrogada até o fim de julho, na tentativa de conter o repasse. Fonte: ANAC, dados tarifários de maio/2026 (com valores de QAV apurados pela ANP). Como proteger o orçamento Se o preço não está sob controle da empresa, o planejamento está. Três frentes fazem diferença: Antecedência: comprar com folga reduz o impacto da tarifa de última hora, historicamente a mais cara. Análise de dados: entender padrões de deslocamento ajuda a negociar melhor com fornecedores e a cortar viagens que poderiam ser uma call. Política e apoio especializado: regras claras de classe, antecedência e fornecedores preferenciais, somadas a um parceiro que monitora tarifas, transformam a imprevisibilidade em previsão. Em um cenário de custos pressionados, a diferença entre estourar e cumprir o orçamento está na gestão. A Evotur une dados, tecnologia e atendimento para planejar cada deslocamento com inteligência. Quer blindar seu orçamento de viagens? Fale com a Evotur.
4 de agosto de 2026
Se a sua empresa envia colaboradores para a Europa, atenção: as regras de entrada no continente estão mudando, e o segundo semestre de 2026 é um marco importante nessa transição. A boa notícia é que brasileiros seguem sem precisar de visto para viagens de até 90 dias (dentro de um período de 180 dias). A novidade são novas etapas obrigatórias, uma que já começou e outra que está chegando. EES: o fim do carimbo no passaporte O EES (Entry/Exit System) substitui o antigo carimbo manual por um registro eletrônico das entradas e saídas do Espaço Schengen. Começou a ser implantado a partir de outubro de 2025 e vem sendo adotado de forma progressiva nas fronteiras. Na chegada, o viajante passa por quiosques de autoatendimento para coleta de dados biométricos (foto e impressões digitais) e verificação do passaporte. Importante: o EES não tem custo e não exige solicitação prévia. É apenas um registro na fronteira. O impacto prático é que a primeira entrada pode levar alguns minutos a mais, algo a considerar em conexões apertadas. ETIAS: a autorização que está chegando O ETIAS (European Travel Information and Authorisation System) é uma autorização eletrônica obrigatória e não um visto. Funciona como o ESTA americano que os brasileiros já conhecem: um cadastro prévio, pago e totalmente online, analisado antes da viagem. Os principais pontos: Custo: €20 (cerca de R$ 117, conforme o câmbio). Validade: até 3 anos ou até o vencimento do passaporte usado no pedido. Previsão: último trimestre de 2026 (entre outubro e dezembro). A data exata ainda não foi confirmada e já sofreu vários adiamentos. senções: menores de 18 e maiores de 70 anos não pagam a taxa. Haverá um período de transição (previsto de outubro de 2026 a abril de 2027) em que os viajantes deverão solicitar o ETIAS, mas poderão entrar mesmo sem a aprovação, desde que cumpram os demais critérios. Depois disso, passa a ser obrigatório em todas as fronteiras. Fonte: União Europeia, site oficial do ETIAS (travel-europe.europa.eu/etias). Atenção aos golpes Como o assunto está em alta, já surgiram sites fraudulentos prometendo emitir o documento. A própria União Europeia alerta: só o domínio oficial (europa.eu) é confiável, e o portal ainda não está aberto, ou seja, não é possível se cadastrar nem pagar por ele agora. Oriente seus viajantes a confiar apenas na fonte oficial quando o sistema entrar no ar. E quem vai só para Londres? Reino Unido e Irlanda não integram o ETIAS. O Reino Unido tem seu próprio sistema, o ETA, em vigor desde 2025. Roteiros que combinam Londres com cidades do continente precisam considerar as duas autorizações separadamente. O que a sua empresa deve fazer agora? Mapear quem viajará para a Europa nos próximos meses. Revisar a validade dos passaportes com antecedência. Acompanhar o anúncio da data oficial do ETIAS. Ter a documentação organizada reduz drasticamente o risco de imprevisto na imigração e é exatamente nesse tipo de orientação que o apoio de uma agência especializada evita dor de cabeça. A Evotur acompanha essas mudanças de perto e orienta sua empresa em cada etapa da jornada. Vai mandar alguém para a Europa no segundo semestre? Fale com a gente antes de emitir.
4 de agosto de 2026
O turismo de negócios brasileiro vive um dos melhores momentos da sua história e isso muda o jogo para quem cuida de viagens dentro das empresas. Os números do primeiro semestre de 2026 confirmam uma retomada consistente, puxada tanto pelas viagens de trabalho quanto pela volta forte dos eventos presenciais. Nesse cenário, a forma como uma empresa organiza seus deslocamentos deixou de ser um detalhe operacional para se tornar uma decisão estratégica , com impacto direto no caixa e na produtividade. Um semestre de recordes De acordo com o levantamento mensal da Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas), as agências associadas faturaram R$ 7,18 bilhões entre janeiro e junho de 2026, alta de 14,77% sobre os R$ 6,25 bilhões do mesmo período de 2025. O transporte aéreo seguiu como principal segmento, respondendo por 59,5% do faturamento, com R$ 4,27 bilhões em passagens (crescimento de 12,84%). Mas foi a hotelaria que puxou o resultado: movimentou R$ 2,12 bilhões, alta de 23,03%, o maior avanço entre as categorias. Segundo Douglas Fernandes de Camargo, diretor executivo da Abracorp, o desempenho combina o aumento das viagens de negócios com a realização de eventos presenciais em diferentes regiões do país. Não à toa: em 2025, o setor já havia batido recorde histórico, com R$ 13,685 bilhões, e a expectativa da associação é fechar 2026 perto de R$ 14 bilhões. Fonte: Abracorp (dados divulgados em julho de 2026), via PANROTAS. Por que isso importa para a sua empresa? Um mercado que cresce é também um mercado que encarece. Com passagens e diárias pressionadas, cada real gasto em deslocamento pesa mais no orçamento. É aí que a gestão faz diferença: empresas que ainda tratam viagem como tarefa administrativa pagam mais caro e enxergam menos do que gastam. A pergunta deixou de ser "viajar ou não", encontros presenciais seguem decisivos para fechar acordos, acompanhar operações e construir confiança. A pergunta agora é "como viajar melhor gastando de forma inteligente". Do operacional ao estratégico Durante anos, gerir viagens significou emitir passagem, reservar hotel e processar reembolso. Hoje, significa muito mais: Controlar o orçamento em tempo real, acompanhando o gasto antes de a fatura chegar. Padronizar políticas de classe, antecedência e fornecedores, sem engessar o viajante. Transformar dados em decisão, com relatórios que mostram exatamente onde dá para economizar. Essa mudança de postura, de reativo para preditivo, é o que separa as empresas que apenas gastam com viagem das que usam viagem como alavanca de negócio. O papel de uma gestão profissional É aqui que uma parceira especializada entra. A Evotur une plataformas de gestão, BI, self-booking, expense management e atendimento humanizado 24h para tirar a viagem do modo "apagar incêndio" e colocá-la no modo estratégico, com previsibilidade de custo, mais autonomia para quem viaja e informação confiável para quem decide. Em um semestre de recordes e custos em alta, quem organiza bem sai na frente. Quer transformar a gestão de viagens da sua empresa em vantagem competitiva? Fale com a Evotur.
8 de julho de 2026
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2 de julho de 2026
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Alta no querosene de aviação reduz oferta de voos no Brasil e reforça  a importância de uma gestão estratégica para viagens corporativas.
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